Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você

Gerando resumo

Natália Silva é a nova campeã do peso-mosca do UFC. A brasileira venceu Wang Cong por decisão unânime dos juízes neste sábado (3), no UFC 332, em Salt Lake City, nos Estados Unidos, e ficou com o cinturão da categoria, que estava vago após a lesão de Valentina Shevchenko.

Com o resultado, Natália se tornou a primeira brasileira campeã da categoria. Antes dela, Jennifer Maia, Jéssica Bate-Estaca e Taila Santos chegaram a disputar o cinturão da divisão, mas todas foram derrotadas por Shevchenko.

Natália Silva é a nova campeã peso-mosca do UFC Foto: Alex Goodlett/AFP

PUBLICIDADE

Invicta no UFC, a atleta de 29 anos enfrentaria Shevchenko pelo título. Com a lesão da então campeã, porém, Wang Cong foi chamada para a disputa. As duas fizeram uma luta equilibrada, com muita trocação ao longo dos cinco rounds.

Natália começou melhor, acertando os golpes mais precisos e também conseguindo levar a adversária ao chão. Cong reagiu no segundo round e passou a dificultar mais o jogo da brasileira, que retomou o controle ao acertar um chute alto e derrubar a chinesa. Depois, ainda conseguiu nova queda.

No terceiro round, Cong aumentou o ritmo e deixou o combate mais equilibrado. Natália, porém, seguiu perigosa nos contragolpes e voltou a crescer na luta no quarto round.

Nos cinco minutos finais, a chinesa partiu para cima porque precisava buscar o nocaute. Natália conseguiu administrar bem a vantagem, evitou se expor e levou a luta até o fim. Na decisão dos juízes, vitória unânime da brasileira.

Publicidade

“Estou muito feliz! A Cong é uma excelente atleta e essa luta prova isso. Agora é o início de uma nova era, é o reinado da Natália Silva”, comemorou.

Como foram os outros brasileiros no card

Na co-luta principal, Deiveson Figueiredo enfrentou Payton Talbott e teve problemas logo nos primeiros segundos, quando sofreu um knockdown. O brasileiro conseguiu continuar no combate, mas voltou a ser derrubado pouco depois. O árbitro interrompeu a luta ainda no primeiro round e decretou a vitória de Talbott por nocaute técnico.
Deiveson Figueiredo foi derrotado por Payton Talbott Foto: Alex Goodlett/AFP
O card preliminar também teve dois brasileiros em ação. Johnny Walker estreou no peso-pesado com vitória por nocaute sobre Mick Parkin. Depois de um início mais estudado, o brasileiro conseguiu trabalhar no clinche, acertou uma cotovelada e duas joelhadas, sendo a segunda decisiva para encerrar o combate.
Publicidade
Rafael dos Anjos, por outro lado, foi derrotado por Alexander Hernandez. O brasileiro começou bem, conectando bons golpes e controlando a luta, mas o americano cresceu no segundo round. Hernandez conseguiu um knockdown e, na sequência, atacou no ground and pound até a interrupção do árbitro.
Veja os resultados do UFC 332:
CARD PRINCIPAL
- Natalia Silva venceu Wang Cong por decisão unânime (48-47, 48-47, 49-46)
- Payton Talbott venceu Deiveson Figueiredo por nocaute técnico aos 2min09s do R1
- Esteban Ribovics venceu King Green por nocaute técnico aos 4min08s do R1
- Roberto Soldic venceu Khaos Williams por decisão unânime (29-28, 29-27, 29-27)
- Roman Kopylov venceu Ateba Gautier por nocaute técnico aos 3min12s do R1
Publicidade
CARD PRELIMINAR
- Imanol Rodriguez venceu Alden Coria por nocaute técnico aos 3min11s do R1
- Damian Pinas venceu Andrey Pulyaev por nocaute com 1min15s do R1
- Marcus McGhee venceu Anthony Romero por nocaute técnico aos 4min58s do R1
- Anthony Wint venceu Lucas Armand por nocaute técnico aos 23s do R1
- Johnny Walker venceu Mick Parkin por nocaute aos 3min35s do R1
- Jacobe Smith venceu Bruce Whitehead por nocaute técnico com 1min32s do R1
- Alexander Hernandez venceu Rafael dos Anjos por nocaute técnico aos 3min12s do R2
- Ismail Naurdiev venceu Marvin Vettori por decisão unânime (triplo 29-28)
- Eric Nolan venceu Court McGee por nocaute técnico aos 3min26s do R1
Vale ler também
Mauro Beting
Independentemente do vencedor, que haja jogo em quatro anos
Paulo Caravina
Candançan teve apenas um erro em São Paulo x Santos
Marcel Rizzo
Clubes ainda esperam pelas bets e focam em patrocínios pontuais até o fim do ano


