A ginasta Simone Biles revelou detalhes de sua luta contra dermatite seborreica e eczema. Em entrevista à revista People, a americana de 29 anos comentou que as doenças de pele a deixaram insegura durante as Olimpíadas de 2024, quando conquistou três medalhas de ouro e uma de prata.Segundo Biles, as coceiras e descamações começaram quando ela estava treinando para os Jogos Olímpicos. Um dos sinais que mais a preocupou foi quando seu couro cabeludo começou a sangrar após ter contato com um pente.“Eu estava com coceira e descamando. A coceira era tão forte que eu chegava a usar um pente e sangrar. Eu só pensava: ‘Não consigo viver assim. Estou com coceira. Estou me sentindo péssima. Me sinto desconfortável’”, disse Biles.A princípio, a ginasta pensou que estivesse apenas com caspa e chegou a usar remédios por conta própria. Ela só foi procurar ajuda médica quando conseguiu um espaço na agenda entre treinos e viagens.“Não fui ao dermatologista imediatamente porque estava muito ocupada. Eu estava sempre na academia, sempre viajando, então não tomei essa iniciativa, mas acabou ficando insuportável”, comentou. “Nas Olimpíadas, minha pele estava descamando por todo lado, então fiquei com medo de que alguém visse na TV... Por isso, finalmente fui ao médico.” Desde que foi diagnosticada com dermatite seborreica e eczema, a atleta vem controlando os sintomas das doenças com a ajuda de uma especialista e, agora, está lançando uma campanha em parceria com a empresa biofarmacêutica Arcutis Biotherapeutics, com o objetivo de inspirar as pessoas a buscarem ajuda.“Quando percebemos que não podemos resolver todos os problemas sozinhos, não há problema em pedir ajuda. Quando conscientizamos as pessoas, elas podem obter o alívio que merecem. É disso que se trata, não de sofrer em silêncio. Existe ajuda disponível.”Não perca nenhum lance! Siga o canal de esportes do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp






