Na Mira

Caso aconteceu em 2025, quando o suspeito interagiu com cão da mulher e a ameaçou. Homem é procurado por estupros cometidos em 2021

Larice de Paula

22/09/2026 11:30

Reprodução / PCDF

Procurado por estuprar a enteada quando ela tinha 14 anos, em 2021, Vanderlei Silva de Oliveira (foto em destaque) já foi preso por ameaça. A coluna Na Mira apurou que o suspeito já intimidou e xingou uma mulher.

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Vanderlei Silva de Oliveira foi condenado a 18 anos de prisão
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Cartaz de foragido de Vanderlei Silva de Oliveira, condenado por estupro
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O caso de ameaça ocorreu em 2025. À época, a vítima ouviu os cachorros dela latindo e foi ao portão para verificar o que estava acontecendo. Neste momento, ela viu dois homens tocando em um dos cães e batendo no portão da casa dela.
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Segundo a mulher, os dois homens estavam alterados. Ao solicitar que os homens parassem, eles começaram a xingá-la, chamando-a de “rapariga” e “filha da puta”
Diante da situação, ela contou que pegou uma mangueira e molhou os homens. Em seguida, seu filho saiu para tentar fazer com que os suspeitos fossem embora, mas eles se negaram. No meio da confusão, seu filho acabou empurrando um deles.
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Nesse momento, Vanderlei Silva de Oliveira deu socos no para-brisa do carro das vítimas e fez ameaças, dizendo: “Eu sou o maior bandido de São Sebastião, vocês estão ferrados”.
Na ocasião, o caso foi registrado na 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião). Vanderlei foi preso, mas liberado tempos depois.
Caso de estupro
Vanderlei Silva de Oliveira é procurado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) após ter sido condenado a mais de 18 anos de prisão, pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de São Sebastião (TJDFT), por estuprar a enteada, à época com 14 anos, em 2021. Segundo as investigações, Vanderlei violentou a vítima sexualmente por três vezes.
Após a instrução processual, a Justiça do Distrito Federal condenou Vanderlei Silva de Oliveira a 18 anos, 7 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial fechado, além de indenização por danos morais à vítima.
Apesar da condenação, o paradeiro atual do sentenciado é desconhecido, sendo ele classificado como foragido da Justiça. A Polícia Civil do Distrito Federal solicita a colaboração da população para sua localização. Qualquer informação sobre o paradeiro dele pode ser repassada pelo telefone 197.

