O Metrô de São Paulo vai ampliar o pagamento por aproximação para todas as catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata a partir da próxima segunda-feira (14). A mudança permite pagar a tarifa diretamente com cartões de crédito ou débito físicos e também com versões cadastradas em celulares, smartwatches e outros dispositivos compatíveis. Até agora, a tecnologia estava disponível apenas em catracas específicas de algumas estações. Segundo o governo de São Paulo, o período de testes registrou 13,24 milhões de acessos com esse tipo de pagamento, resultado que levou à expansão para todos os validadores das estações operadas pelo Metrô. Como funciona o pagamento por aproximação Para usar o recurso, basta aproximar o cartão habilitado para pagamentos por aproximação do validador instalado na catraca. Também é possível usar um cartão cadastrado em uma carteira digital no celular, smartwatch ou outro dispositivo compatível. São aceitos cartões das bandeiras Visa, Mastercard e Elo. O passageiro continua podendo utilizar Bilhete Único, cartão TOP, QR Code e os demais meios de acesso disponíveis no sistema. Há uma diferença importante em relação ao Bilhete Único: o pagamento da tarifa diretamente com cartão por aproximação não oferece as integrações tarifárias entre ônibus, metrô e trem. Quais linhas aceitam aproximação A partir de 14 de setembro, todas as catracas das quatro linhas administradas pelo próprio Metrô passam a aceitar a modalidade: A expansão, portanto, não vale neste momento para toda a rede metroviária de São Paulo. As linhas 4-Amarela e 5-Lilás , que são administradas por concessionárias, ainda estão em fase de testes e avaliações técnicas para uma futura implementação. A situação é diferente da rede de trens metropolitanos, onde o pagamento por aproximação já é utilizado nas linhas que integram o sistema. Catracas exclusivas serão substituídas A expansão também está relacionada à reorganização dos equipamentos usados durante o projeto-piloto. Algumas catracas instaladas para o teste aceitam atualmente apenas cartões físicos e virtuais por aproximação. Esses equipamentos começarão a ser substituídos gradualmente a partir da segunda quinzena de outubro. Depois da troca, as catracas voltarão a aceitar todas as modalidades de ingresso disponíveis no sistema. A mudança ocorre no mesmo período em que o Metrô prepara o fim dos bilhetes magnéticos Edmonson, utilizados no sistema desde 1974. Eles poderão ser usados até 31 de outubro e deixarão de ser aceitos a partir de 1º de novembro.





