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Por Jairo Rozenblit | 30/09/2026 às 10:33

Unsplash/Axville
Nunca tivemos tantos dispositivos ao nosso redor. Computadores, notebooks, smartphones, tablets e monitores fazem parte de praticamente todos os momentos da nossa rotina. Mas, em meio a tantas telas, existe uma parte da experiência digital que merece mais atenção: a forma como interagimos com elas.
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É nesse ponto que os periféricos ganharam protagonismo. Mouse, teclado, headset, webcam e outros dispositivos deixaram de ser simples complementos do computador. Eles são a interface entre a pessoa e a tecnologia e influenciam diretamente a maneira como trabalhamos, nos comunicamos e criamos.
Essa mudança acompanha uma transformação importante na rotina. Já não estamos necessariamente diante de um único computador, em um único espaço, durante todo o dia. Alternamos entre dispositivos, ambientes e tarefas, e esperamos que a tecnologia acompanhe esse movimento sem criar novas barreiras.
Conectividade e personalização ganham espaço
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Por isso, conectividade, personalização, conforto e facilidade de uso passaram a ser tão importantes quanto as especificações técnicas. A tecnologia precisa se adaptar à maneira como cada pessoa trabalha, e não exigir que todos trabalhem da mesma forma. Essa é uma das razões pelas quais soluções capazes de conectar diferentes dispositivos e personalizar funções ganharam espaço.
O próprio crescimento dessa categoria ajuda a dimensionar sua relevância. A Logitech envia globalmente mais de 3,5 milhões de produtos por semana, resultado de uma presença que acompanha diferentes formas de trabalhar, criar e se conectar.
Mas escala, por si só, não explica a evolução dos periféricos. O design também passou a ocupar um papel central. Desde 2015, a Logitech recebeu mais de 250 prêmios internacionais de design e foi reconhecida duas vezes pela Fast Company entre as empresas mais inovadoras em design.
Isso reflete uma mudança de expectativa. Hoje, as pessoas não procuram apenas uma ferramenta que funcione. Esperam que ela seja confortável, intuitiva, eficiente e que faça sentido dentro da sua rotina.
Essa discussão também passa pela criatividade. Quanto mais digital se torna o processo de criação, maior é a importância da ferramenta que transforma uma ideia em ação. Uma interação mais fluida pode significar menos interrupções e mais espaço para aquilo que realmente importa: pensar, criar e resolver problemas.
Talvez seja esse o verdadeiro papel dos periféricos na era das múltiplas telas. Eles não competem com a tela nem com o computador. São justamente o que permite que toda essa tecnologia seja utilizada de maneira mais natural.
Se continuaremos adicionando novas telas à nossa rotina, não deveríamos dedicar a mesma atenção à forma como interagimos com elas?
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