Já se perguntou qual é a peça mais difícil de repor nos carros, principalmente se forem chineses ? Para descobrir, a Autoglass fez um levantamento que revelou os três grupos de carros com maior escassez de peças de reposição — quem dirige chineses recém-lançados, carros fora de linha e esportivos de luxo chegam a esperar mais de 90 dias por um reparo no país. No caso dos modelos chineses, carros como MG4 , Geely EX5 e a picape BYD Shark enfrentam problemas para obter vidros e componentes adaptados ao mercado brasileiro. Já no caso dos descontinuados há mais de uma década, carros como Volkswagen Golf e os clássicos Chevrolet Monza e Kadett sofrem com a falta de itens de iluminação e a dependência de estoques remanescentes. A situação mais extrema atinge os modelos europeus de alto luxo, como a Ferrari SF90 e Porsche Cayenne S . Como estes dependem de importação direta e representantes exclusivos no Brasil, os prazos de entrega para componentes específicos variam entre 60 e 90 dias . O resultado? Os custos do reparo sobem, e nem sempre o reparo pode ser feito imediatamente. Peças de reposição O mapeamento expõe o descompasso entre a rápida expansão de vendas de novas montadoras asiáticas e a maturidade da cadeia de fornecedores local. No caso do Brasil, a frota nacional tem idade média superior a 11 anos , ou seja, a previsão de demanda por autopeças é essencial para reduzir os custos e o tempo de paralisação dos carros nas oficinas. “O aumento da diversidade da frota brasileira exige um trabalho estratégico na gestão dos estoques . Hoje não basta acompanhar apenas os itens de maior giro”, observou Flávio Cezario , vice-presidente da Autoglass. Para ele, o caminho para reduzir o tempo de espera do consumidor é evidente: é preciso identificar as peças que têm maior possibilidade de reposição — mesmo que elas pertençam a carros que já têm menor circulação. Quer saber mais sobre o assunto? Confira [object Object] !





